DESTINOS SELVAGENS, EXPERIÊNCIAS INESQUECÍVEIS
Destinos no Zimbabué
Zimbábue é um país que cativa os viajantes com sua mistura única de paisagens selvagens e riqueza cultural. Desde as majestosas Cataratas Vitória, uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, até as históricas Ruínas do Grande Zimbábue, cada destino oferece uma experiência inesquecível. Os safáris nos parques nacionais de Hwange e Mana Pools proporcionam encontros próximos com a vida selvagem, enquanto o Lago Kariba oferece tranquilidade e vistas espetaculares. Se você busca aventuras emocionantes, exploração de antigos mistérios ou simplesmente a beleza intocada da natureza africana, Zimbábue é o lugar perfeito para você. Em cada canto deste país, há algo novo para descobrir, tornando-o um destino que promete momentos únicos e transformadores para todos os tipos de viajantes.
A FUMAÇA QUE TROVEJA
Cataratas Vitória
As Cataratas Vitória, localizadas na fronteira entre o Zimbábue e a Zâmbia, são uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo e o destino mais icónico de toda a África Austral. Com 1.708 metros de largura e uma queda de 108 metros, formam a maior cortina contínua de água em queda do planeta — um espetáculo tão intenso que a neblina resultante se ergue centenas de metros no ar e é visível a quilómetros de distância, dando origem ao nome local, “Mosi-oa-Tunya”, ou “A Fumaça que Troveja”. O lado zimbabuano oferece o ângulo de vista mais amplo e espetacular das cataratas, com trilhos que percorrem toda a extensão da queda de água.
Para além da vista, a região é considerada a capital da adrenalina em África, com voos de helicóptero, bungee jumping e rafting em águas bravas nas corredeiras do Rio Zambeze entre as atividades mais procuradas. Quem prefere um ritmo mais tranquilo pode optar por um cruzeiro ao pôr do sol pelo rio, ou simplesmente caminhar pelos trilhos que rodeiam as cataratas, sentindo a força da água a cada passo. A cidade de Victoria Falls, que partilha o nome com as cataratas, oferece hospedagem de luxo e uma infraestrutura turística bem desenvolvida, tornando-a um ponto de partida ideal para explorar a região.
Destaques: a magnificência das cataratas, atividades de aventura como bungee jumping e rafting, passeios de helicóptero sobre o Zambeze.
Melhor época: março a maio, logo após a época das chuvas, quando as cataratas atingem o seu volume máximo.
O CORAÇÃO SELVAGEM DO ZIMBABUÉ
PARQUE NACIONAL DE HWANGE
O Parque Nacional de Hwange é o maior parque nacional do Zimbábue e uma das maiores áreas de conservação de África, com mais de 14.000 km² de savanas, planícies e pântanos. É também um dos melhores destinos de safari de todo o continente, famoso sobretudo pela sua enorme população de elefantes — estima-se que mais de 40.000 vivam dentro dos limites do parque, uma das maiores concentrações de África.
Para além dos elefantes, Hwange abriga leões, leopardos, zebras, antílopes e centenas de espécies de aves, todos atraídos pela rede de poços de água artificiais que mantêm o parque vivo mesmo durante a estação seca, quando a vida selvagem se concentra junto às fontes disponíveis — tornando esta a melhor altura do ano para a observação de animais. As opções de alojamento variam de acampamentos simples e autênticos a lodges de luxo, o que torna Hwange um destino acessível tanto a quem procura uma experiência mais informal como a quem busca conforto e exclusividade.
Destaques: uma das maiores populações de elefantes de África, avistamentos abundantes junto aos poços de água, alojamento diversificado, do simples ao luxuoso.
Melhor época: julho a outubro, quando os animais se concentram junto às fontes de água durante a estação seca.
Onde Gigantes reinam
Mana Pools
Mana Pools é Património Mundial da UNESCO e um dos últimos grandes santuários selvagens de África onde ainda é possível caminhar sem restrições ao lado de elefantes, búfalos e leões — uma liberdade que quase nenhum outro parque do continente oferece. O nome do parque vem da palavra shona para “quatro”, em referência às quatro grandes lagoas formadas ao longo de milhares de anos pelas mudanças de curso do Rio Zambeze, que ainda hoje marca a fronteira norte do parque.
É essa combinação — águas permanentes junto a um rio que raramente muda de caudal — que transforma Mana Pools num dos melhores destinos de África para safaris a pé, guiados por profissionais experientes que ensinam a ler pegadas, sons e comportamento animal a poucos metros de distância. Os safaris tradicionais em veículos 4×4 continuam a ser uma opção popular, mas é a pé que Mana Pools revela verdadeiramente o seu carácter: paisagens abertas de savana ribeirinha, árvores de ana centenárias e uma sensação de imersão total, raramente ao alcance de tantos outros parques.
Destaques: safaris a pé com guias especializados, vida selvagem abundante e sem cercas, paisagens intocadas ao longo do Rio Zambeze.
Melhor época: junho a outubro, quando os animais se concentram junto às fontes de água remanescentes do rio.
A TERRA DOS GIGANTES DE PEDRA
Montanhas de Matobo
As Montanhas de Matobo são uma das regiões mais impressionantes do Zimbábue, conhecidas por suas formações rochosas únicas e vastas planícies. A área é famosa por ser o lar de uma rica biodiversidade e também por sua importância cultural e histórica. As formações rochosas, com suas rochas graníticas e “cabeças de elefante”, criam um cenário deslumbrante para caminhadas e safáris.
Além de sua beleza natural, as Montanhas de Matobo são o local de sepultamento do famoso líder africano Cecil Rhodes e um dos maiores complexos de arte rupestre da África, com pinturas de mais de 2.000 anos. Este é um destino imperdível para os amantes da história, cultura e natureza, oferecendo uma imersão única na África.
Destaques: Arte rupestre, paisagens únicas, tumba de Cecil Rhodes, caminhada e safáris.
Melhor época: Abril a outubro (quando o clima é mais ameno e ideal para atividades ao ar livre).
HISTÓRIA DE OURO E PODER
AS GRANDES RUINAS DO ZIMBABUÉ
As Ruínas do Grande Zimbabwe são um dos sítios arqueológicos mais impressionantes da África Austral e um símbolo do orgulho nacional do Zimbábue. Construídas entre os séculos XI e XV, essas estruturas de pedra sem argamassa revelam o legado de uma antiga civilização africana que dominava o comércio de ouro e marfim na região.
O local é composto por três áreas principais — o Grande Recinto, a Colina das Ruínas e o Vale das Ruínas — cada uma com sua própria história e significado espiritual. As imponentes muralhas de pedra, com até 11 metros de altura, demonstram a habilidade e sofisticação arquitetônica do povo Shona, que habitou a região há centenas de anos.
Explorar o Grande Zimbabwe é uma viagem no tempo, onde cada pedra conta parte da história de uma sociedade poderosa e conectada com suas crenças e com a natureza ao redor.
Destaques: Grande Recinto, Colina das Ruínas, cultura e história do povo Shona.
Melhor época: De maio a setembro, durante a estação seca, quando o clima é mais agradável para explorar o sítio arqueológico.
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